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Mostrando postagens de novembro, 2025

Formação - Educação para as relações étnico-raciais CEMEPE 2025

(IMAGEM GERADA POR IA) 🌍 sementes que transformam a escola Na vida escolar, há instantes em que compreendemos que ensinar é, sobretudo, cultivar humanidade. Foi desse olhar que brotou nosso percurso formativo em educação antirracista — uma travessia que abriu janelas, iluminou caminhos e revelou que cada gesto pode germinar transformação. ✨ Por que falar de educação antirracista? A escola é um espaço de convivência, diversidade e construção de identidades. Ignorar as questões raciais é perpetuar silêncios e desigualdades. Já reconhecer e valorizar a pluralidade é afirmar que todos têm lugar, voz e história. A educação antirracista não é um tema isolado: é prática cotidiana que ensina respeito, fortalece vínculos e abre possibilidades de justiça e empatia. 🌱 O que aprendi nesse percurso? Durante a formação, foi demonstrado que: Escutar histórias é tão importante quanto ensinar conteúdos. Reconhecer a diversidade é reconhecer a riqueza que nos cerca. Praticar o antirracismo é constr...

Ensinoartistar - A Arte de Não Abandonar a Si Mesmo

(IMAGEM GERADA POR IA) 🌹🌸🌷 🌹🌸🌷 Ensinoartistar - Quando o professor cultiva a si mesmo para poder florescer  Existe um instante raro, profundo, capaz de virar chaves dentro da gente. Para mim, esse instante veio quando conheci o termo “ensinoartistar”. Ele não foi apenas um conceito do mestrado — foi um espelho. Um espelho que me mostrou o quanto eu vinha dedicando tempo, energia e cuidado aos outros, enquanto pouco sobrava para mim, para minha arte, para minhas próprias inquietações criativas. Perceber isso foi como levar um susto gentil da vida. Um chamado. A partir daquele momento, tudo começou a mudar. Passei a buscar novos conhecimentos na minha área de formação com uma sede que eu não sentia há muito tempo. Voltei a ilustrar, a escrever, a registrar o mundo com mais vontade — e, principalmente, com mais alma. A criação, que antes eu empurrava para depois, tornou-se motivação, abrigo e impulso. E foi assim que ensinoartistar deixou de ser uma ideia teórica e se transform...

🌻 A Escola Pública que Resiste — Reflexão Inspirada no CEMDH (Curso de Educação em Direitos Humanos e Diversidade)✊✊✊

Quando a mídia pinta a escola com tons de cinza, nós educadores, podemos responder com cores, histórias e afeto!!! (Imagem gerada por IA)     Este texto nasceu de reflexões realizadas durante os módulos do Curso de Aperfeiçoamento em Educação Midiática para a Promoção e Defesa dos Direitos Humanos e Diversidades , promovido pelo Governo Federal. Ao longo das discussões, fui levada a pensar sobre como a imagem da escola pública e dos profissionais da educação é construída e difundida pelas mídias e redes sociais — e como, muitas vezes, essa representação não reflete a realidade viva, criativa e resistente das nossas escolas.     A imagem da escola pública e dos profissionais da educação, nas mídias e redes sociais, tem sido frequentemente retratada com traços sombrios. As câmeras insistem em mostrar paredes descascadas, pátios vazios e janelas quebradas, como se o espaço escolar fosse apenas um cenário de precariedade e abandono. É raro ver reportagens que iluminem a...

🎨 Cores da nossa Gente: Compreendendo as cores de pele do nosso Brasil - PARTE 02

    Considerando as experiências pedagógicas desenvolvidas na Escola Municipal José Marra da Fonseca, as ações do projeto ganharam vida por meio de vivências marcadas pela sensibilidade, pela criatividade e pelo envolvimento ativo das crianças. Cada proposta foi cuidadosamente planejada para favorecer o reconhecimento da própria identidade, o respeito às diferenças e a valorização da diversidade étnico-racial, utilizando a arte, o lúdico e a literatura infantil como caminhos potentes de aprendizagem. 🎨 Educação Infantil: Esquema Corporal, Cores e Tons de Pele, Autorretratos e Retratos divertidos     Com as turmas da Educação Infantil, realizamos uma atividade integrada que envolveu autorretrato, esquema corporal e os diferentes tons de pele , permitindo que cada criança se percebesse e se representasse de forma natural e significativa. A proposta convidou os pequenos a desenharem a si mesmos, observando o próprio corpo e conversando sobre suas características — o...