🖍️ A seguir, os registros das vivências com os 2ºs períodos 👇👇👇
🌈 Explorando tons, histórias e sentimentos
A proposta teve como ponto de partida a conversa com as crianças sobre os diferentes tons de pele que compõem o nosso país. Falamos sobre o que significa ser branco, pardo ou negro, e como essas categorias refletem não apenas cores, mas histórias, ancestralidades e vivências. Na prática, exploramos quais cores podem ser utilizadas para representar esses tons na hora de colorir — indo além do “rosa padrão” e descobrindo juntos um verdadeiro arco-íris de possibilidades.
Para tornar essa experiência ainda mais concreta e afetiva, levei bonequinhos de pano com diferentes características de cor de pele, traços e tipos de cabelo, para que cada criança pudesse escolher aquele com quem mais se identificava. Esse momento foi de grande sensibilidade e reconhecimento, permitindo que os pequenos se vissem representados e valorizados em sua singularidade.
📖 Contação de história: A grandiosa princesa Yana
Um dos momentos mais especiais foi a contação da história “A grandiosa princesa Yana”, que narra o cotidiano de uma menina africana e a aceitação com sua imagem. A narrativa também aborda a convivência com uma criança diferente dela, de forma leve e afetuosa, revelando valores como empatia, respeito e amizade. As crianças se encantaram com Yana e se reconheceram em suas emoções, dúvidas e descobertas.
📚 Explorando o livro “Nossas cores”
Complementamos o trabalho com o livro “Nossas cores”, que apresenta visualmente a diversidade de tons de pele por meio de um arco-íris humano. Essa abordagem ajudou os pequenos a compreenderem que não existe uma “cor certa” para representar a pele — todas são válidas, todas são bonitas, todas contam uma história.
🎨 Mãos à obra: arte, identidade e ludicidade
No campo de experiência “Traços, sons, cores e formas”, realizamos uma atividade prática de representação da personagem Yana. As crianças utilizaram desenhos, lápis de cor, giz de cera, canetinhas e tinta guache para criar o cabelo da personagem, inspirando-se na capa do livro.
Cada criança produziu sua própria Yana, exercitando a liberdade de escolha nos tons de marrom para compor a pele e nas expressões faciais, tornando cada obra única e especial.
💬 Por que esse projeto importa?
Porque falar sobre cores de pele com crianças é falar sobre identidade, pertencimento e respeito. É plantar sementes de consciência e empatia que florescerão ao longo da vida. E é também reconhecer que a arte e a literatura são ferramentas poderosas para construir um mundo mais justo e plural.
Se você é educador, artista ou simplesmente alguém que acredita na potência da infância, convido você a conhecer, adaptar e compartilhar essa proposta. Porque as cores da nossa gente são muitas — e todas merecem ser celebradas.
Com a turma do 1º ano A, vivenciamos um momento de imersão no universo cultural africano por meio das artes, das histórias e da música. Antes de iniciar a atividade, as crianças ouviram narrativas e canções que apresentavam personagens, cenários, ritmos e símbolos presentes no imaginário africano e afro-brasileiro. Esse primeiro contato abriu espaço para curiosidade, encantamento e diálogo.
Depois dessa sensibilização, cada estudante recebeu uma mandala temática — ilustrada com animais da savana, elementos da natureza, padrões geométricos e personagens do repertório infantil africano. A proposta era que pudessem colorir livremente, escolhendo cores e combinações que fizessem sentido para elas, estimulando autonomia, criatividade e expressão pessoal.
O resultado foi um conjunto de mandalas coloridas com intensidade e alegria. Mesmo sem desenhos autorais, cada trabalho carregou um toque singular, refletindo as referências, percepções e sentimentos despertados durante a experiência. A atividade reforçou como a arte, aliada às narrativas e à musicalidade, pode ampliar repertórios e aproximar as crianças de diferentes culturas com sensibilidade e respeito.
Prática Criativa - "Mandalas lúdicas africanas"





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